Ontem teve um encontro de motoqueiros aqui na minha cidade. Em meio ao ronco dos motores e as calças de couro, lá estava eu. Pelas fotos, vocês podem perceber como eu estava contextualizada com o momento (hehehehehe).
Na verdade, saí para ir a um restaurante com o namorado e amigos, e o bendito estava localizado bem no centro da muvuca. No início, eu nem tava dando bola, me senti bem com o que estava vestindo.
Mas sabe um coisa que me irrita? O preconceito das pessoas com quem não “entra no clima” do vestuário neste tipo de evento*. Percebi alguns olhares em minha direção, como se apontassem: o que essa patriçoca tá fazendo aqui?
Mas tenho certeza que se algum chapéu de caubói com jaqueta de tachas e calça de oncinha viesse conversar comigo sobre rock n’ roll, ia, no mínimo, se surpreender. /,,/
Bom, sem mais delongas, aí está meu look metaleiro – hihihi:
Olha só a minha cara à la Brad Pitt em Queime depois de ler para os motoqueiros (hahahahaha):
Camisa: Encontrei no baú da minha tia
Saia: Piorski
Casquete: Débora Gotlib Vintage
Meia-calça: Lupo
Melissa: Karim Rashid High
Esmalte: Puro Glamour Colorama
Batom: Secrets Romance O Boticário
E aí, curtiram? Beijos e bom domingo!
*Update
Eu acho super estranho quando algumas pessoas aproveitam determinadas ocasiões para “se libertar”: ter algumas atitudes que não teria em outras épocas do ano, ou vestir uma roupa que não usariam no seu cotidiano. Por isso tenho minhas ressalvas em relação ao Carnaval. Penso que devemos ser nós mesmos e livres sempre! Pela liberdade de fato e de direito!














Ahh, eu adorei o look!
Beijaoo
amei!!
look muito lindoo!
Obrigada, gurias! =*
O look está maravilhoso, de muito bom gosto…
e nossa, como você é bonita!
Hehehe eu sei como é um saco as vezes se sentir uma estranha no ninho…
pior de tudo é quando você tem o costume de estar sempre arrumada e você vai num lugar que todo mundo é desencanado e maltrapilho… e ficam te olhando com aquela cara: nossa olha que ridícula essa aí que pensa em combinar um sapato com a roupa?
BJSSSSS!
Pois é Joyce, essas coisas são chatas mesmo!
É engraçado, porque já morei em duas cidades totalmente opostas, dicamos assim, no quesito vestuário. Em uma, se eu saísse arrumada, o pessoal ficava olhando estranho… E na outra, se saísse desencanada, olhavam estranho também! hehe
Que coisa, será que a pessoa não tem o direito de sair arrumada ou desarrumada à seu bel prazer e ninguém ficar olhando com cara de espanto?
O legal é que as pessoas de uma cidade falavam mal da outra, e vice-versa, e eu, como não era de nenhuma das duas, podia falar que achava ambos casos semelhantes, só mudava o motivo do preconceito! rs
Beijos